por
PEDRO SOARES
Com a dispensa
acelerada de trabalhadores, a taxa média de desemprego do país no trimestre
encerrado em fevereiro ficou em 7,4%. O resultado é o maior desde o trimestre
de março a maio de 2013 (7,6%).
Desde o período de maio a junho do ano passado, a tendência era ou de estabilidade ou recuo da taxa de desemprego, interrompida na taxa trimestral encerrada em janeiro (veja quadro abaixo) diante do cenário econômico menos favorável, com juros mais alto, crédito restrito, consumo em desaceleração e sobretudo menor confiança de empresários.
O número de pessoas sem emprego, por sua vez, subiu em 950 mil no trimestre até fevereiro, com uma alta de 14,7% em relação ao dos três meses findos em novembro –base de comparação indicada pelo IBGE.
Os dados são da Pnad Contínua, pesquisa sobre mercado de trabalho em âmbito nacional, e foram divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (9). Os cálculos seguem a nova metodologia, em que os resultados trimestrais são atualizados e apresentados mensalmente. Ou seja, a cada mês, são divulgados números referentes a aquele mês junto com os dois meses imediatamente anteriores.
Para uma leitura mais precisa dos dados, o IBGE recomenda a comparação dos números do trimestre corrente com os do mesmo período de ano anterior ou com aquele encerrado antes do início desse período.
Assim, os números dos três meses até fevereiro (dezembro, janeiro e fevereiro) devem ser comparados com os do trimestre terminado em novembro (setembro, outubro e novembro). O motivo é evitar a comparação com meses repetidos, o que poderia prejudicar a análise.
Desde o período de maio a junho do ano passado, a tendência era ou de estabilidade ou recuo da taxa de desemprego, interrompida na taxa trimestral encerrada em janeiro (veja quadro abaixo) diante do cenário econômico menos favorável, com juros mais alto, crédito restrito, consumo em desaceleração e sobretudo menor confiança de empresários.
O número de pessoas sem emprego, por sua vez, subiu em 950 mil no trimestre até fevereiro, com uma alta de 14,7% em relação ao dos três meses findos em novembro –base de comparação indicada pelo IBGE.
Os dados são da Pnad Contínua, pesquisa sobre mercado de trabalho em âmbito nacional, e foram divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (9). Os cálculos seguem a nova metodologia, em que os resultados trimestrais são atualizados e apresentados mensalmente. Ou seja, a cada mês, são divulgados números referentes a aquele mês junto com os dois meses imediatamente anteriores.
Para uma leitura mais precisa dos dados, o IBGE recomenda a comparação dos números do trimestre corrente com os do mesmo período de ano anterior ou com aquele encerrado antes do início desse período.
Assim, os números dos três meses até fevereiro (dezembro, janeiro e fevereiro) devem ser comparados com os do trimestre terminado em novembro (setembro, outubro e novembro). O motivo é evitar a comparação com meses repetidos, o que poderia prejudicar a análise.







