Dia do Trabalhador é marcado por protesto de centrais sindicais (Foto: CUT)
O dia do trabalhador celebrado nesta quarta-feira, 1º – foi marcado pela reunião em forma de protesto de algumas centrais sindicais pelos direitos da classe trabalhadora. Neste 1º de maio, uma das bandeiras de luta da Central Única dos Trabalhadores (CUT) é a valorização dos servidores públicos.
O ato teve início por volta das 08h a partir de uma concentração no bairro Farolândia – zona sul de Aracaju. Na localidade, os manifestantes realizaram uma panfletagem nas imediações do farol que fica na região. “A CUT Sergipe dialoga com a população sobre a luta contra a venda da água, sobre a importância da volta da Petrobrás para Sergipe, valorização dos servidores públicos, emprego, renda, moradia, combate a fome, pela reforma agrária e incentivo à agricultura familiar”, disse a central sindical.
No início da tarde desta quarta-feira, 1º, a Defesa Civil de Aracaju emitiu alerta de chuva moderada, para as próximas 48 horas, na capital. O aviso encaminhado à população cadastrada no Serviço de Alerta por SMS 40199, tem como base informações atualizadas pelo serviço especializado em meteorologia do sistema ClimAju.
A cólica dos bebês causa arrepios na
maioria dos pais, pois embora não seja algo grave, clinicamente falando,
interfere de maneira importante na qualidade de vida dos recém-nascidos e de
toda a família.
“Como a cólica não é uma doença, não
tem tratamento. Porém, é possível melhorar a condição dos bebês por meio da
utilização de fórmulas nutricionais quando eles não recebem mais o leite
materno. Existem várias opções no mercado. O recomendável é buscar uma fórmula
específica, pois dessa forma é possível obter eficácia da ação e garantir a
nutrição adequada desse pequeno paciente”, explica o Prof. Dr. Fábio Ancona,
pediatra especialista em nutrição infantil.
A cólica é um distúrbio funcional do
sistema digestivo, comum na primeira infância, pois logo depois de nascer, o
bebê não tem o organismo totalmente desenvolvido. Uma das consequências é ter o
excesso de gases ou o movimento não sincronizado do intestino, causas da dor
abdominal.
Depois de três semanas de obstrução de
deputados da oposição, o projeto que ficou conhecido como Escola sem Partido
(PL 7180/14 e apensados) teve um avanço no trâmite
legislativo. O parecer do relator, deputado Flavinho (PSC-SP), foi lido na comissão especial e houve pedido de
vista coletivo por duas sessões do
Plenário da Câmara. Assim, o texto deverá estar apto para votação em breve. Ao
total foram seis tentativas de leitura do substitutivodesde 30 de outubro.
Manifestantes continuaram lotando o plenário da comissão, com
cartazes favoráveis e contrários ao texto. A reunião foi aberta às 10:38 e
prosseguiu por cinco horas, com tentativas de obstrução por parte da oposição
por meio da apresentação dequestões de ordem– ou seja, de questionamentos sobre a
condução dos trabalhos.
A cantora Damares publicou um vídeo testemunhando o livramento recebido no acidente sofrido no último domingo, 08 de março, em uma rodovia federal enquanto ela e o marido voltavam para casa.
No acidente, o carro em que Damares e o pastor Aldori de Oliveira viajavamcapotou por três vezes antes de pararà beira de um barranco. “Foi um acidente muito grave! Nem era para a gente estar aqui, para eu estar aqui, falando com todos vocês. Mas Deus nos deu a vida de volta, nascemos de novo”, disse a cantora
Damares revelou que sua reação no momento do acidente foi de clamor: “Me lembro que na hora do acidente, eu só gritava o nome Jesus e o carro parou. Jesus veio em milagre, veio com o socorro naquela hora. Eu só tenho agradecer a Deus pelo livramento”, resumiu.
Amado Luiz é Adilson, que até recentemente cantou no 40º
Encontro Cultural de Laranjeiras como Adilson Laranjeiras. Ele que já foi
tradição cultural com o nome antigo, resolveu mudar de nome artístico e diz que
o atual nome já repercute bem. Segundo ele quando vai cantar “seja lá onde
for”, como costuma dizer, “vai chegando gente daqui, gente da li e de repente
já está cheio de gente. Todo mundo curioso”, diz
Estimativa da
associação do setor é de que existam hoje 60 mil estabelecimentos de acesso a
internet no País. Empresários aguardam regulamentação em Brasília
Pode
perguntar: muita gente conhece uma lan house que encerrou as atividades e virou
um salão de cabelereiro, ou outro tipo de estabelecimento, no bairro onde mora.
Atropelados
pelo maior acesso à banda larga e à compra de computadores e smartphones, bem
como a popularização do plano de internet no celular, não foram poucos os
empreendedores que desistiram do negócio.
De acordo com
dados da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (Abcid), de
dezembro de 2009 a dezembro do ano passado, cerca de 48 mil estabelecimentos
fecharam as portas no Brasil. Antes 108 mil, hoje as lan houses somam cerca de
60 mil – retração de 45% em três anos.
Os
empresários aguardam a entrada em vigor da regulamentação para o setor,
aprovada em abril de 2011 na Câmara, que irá ajudá-los a se proteger de
notificações judiciais devido a uso ilícito da internet no local, e,
consequentemente, tentar sobreviver buscando novos serviços e usos para as
lojas. O projeto tramita agora no Senado e, caso não seja alterado, será enviado
para sanção presidencial.
Apesar de não
concordarem com emendas feitas no projeto, como a que obriga que menores de 18
anos sejam cadastrados nos estabelecimentos com o número do RG (os empresários
argumentam que são poucos os que têm o documento, e que ele poderia ser
substituído pela carteira de estudante), donos de lan house acreditam que o
projeto pode ajudar.
Mario
Brandão, presidente da Abcid e dono de uma lan house no Rio de Janeiro, define
a situação. "Estamos morrendo de fome, e vemos um prato com uma porção de
veneno. É melhor tentar comer sem tocar no veneno a morrer".
O projeto
também define as lan houses como “centros de inclusão digital”, prevê parcerias
com o governo em projetos educacionais e estabelece prioridades para os
estabelecimentos em linhas de financiamento para compra de computadores.
′Nossa meta é acumular um patrimônio de
R$ 10 milhões no primeiro ano e evoluir para R$ 1,1 bilhão ao longo de seis
anos′, explica diretor
Evangélicos de diferentes denominações terão, em breve, um fundo de pensão só
para eles. A ideia é atrair 170 mil segurados de todas as faixas salariais,
desde que tenham algum vínculo com a religião. Batizado de BemPrev, o produto
deve passar a funcionar no início de 2014.
“Nossa meta é acumular um patrimônio de
R$ 10 milhões no primeiro ano e evoluir para R$ 1,1 bilhão ao longo de seis
anos”, explica João Rodarte, diretor-presidente da Rodarte Nogueira, empresa
responsável pelo desenvolvimento técnico do fundo.
Se a previsão de Rodarte se confirmar, o
BemPrev poderá ser o maior fundo de pensão do País em número de participantes
ativos. Atualmente, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades
Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) divulgados em junho, o fundo com
maior número de participantes ativos é o Postalis (dos funcionários dos
Correios), com 112.275 pessoas. Em seguida vem a Previ (ligado aos funcionários
do Banco do Brasil), o maior do País em recursos administrados e o segundo em
participantes ativos, com 101.531 associados.
Motivo
é o envelhecimento dos seus usuários e uma tendência de substituição cada vez
mais rápida dos instrumentos da web
Rio - Mais de um bilhão de usuários podem ficar órfãos do Facebook. Se a rede
social seguir os padrões de duração da maioria dos produtos da web, pode ter em
breve o mesmo destino dos ‘finados’ Orkut, ICQ e MSN.
A tese é do
especialista em internet Jack London, autor do livro ‘Adeus, Facebook’. De
acordo com ele, a hegemonia dos sites não costuma durar mais de dez anos. Isso
significa que a rede social, lançada em fevereiro de 2004, teria apenas alguns
meses a mais de vida.
Além disso,
London afirma que o público do site está envelhecendo. “O Facebook virou o site
oficial da titia, da vovó. Nos Estados Unidos, a maioria dos adolescentes já
não usa mais essa rede social”, afirma o especialista.
Em agosto
deste ano, uma adolescente americana escreveu um artigo no site Mashable, com o
título: “Tenho 13 anos e nenhum dos meus amigos usa o Facebook”. Segundo ela,
os jovens da sua idade preferem outras redes sociais, como Snapchat e
Instagram. A justificativa é que nenhum adolescente quer estar no mesmo site
que seus parentes. Além disso, ela critica a presença de publicidade na rede
social.
Em resposta,
outra adolescente, também americana, criou um artigo no mesmo site chamado
“Tenho 15 anos e todos os meus amigos usam o Facebook”. Além de ensinar
diversas formas de evitar os parentes e a publicidade, ela afirma que a longevidade
do site está relacionada à sua capacidade de inovar e sugere que a adesão dos
adolescentes de 13 anos é apenas uma questão de tempo.
Para Jack
London, o sucesso de uma rede social depende mais dos usuários do que de um
esforço do site para se atualizar e agradar a todos. “Os adolescentes já
começaram a deixar o Facebook, por isso, sua curva não é mais de ascensão”,
argumenta.
Tendo em
vista o índice atual de uso do site, porém, é pouco provável que o fim do
Facebook esteja tão próximo assim. Com mais de um bilhão de usuários no mundo —
76 milhões no Brasil — a rede mostrou sua força no último VMA, o prêmio
internacional de música da MTV. Do total de 10,1 milhões de espectadores na
noite da apresentação da cantora Miley Cyrus, nove milhões, cerca de 90%,
geraram 26,5 milhões de interações no Facebook. No Twitter, o resultado foi
menor, com 20,3 milhões de interações, segundo análise do Social Guide.
Na contramão
da política de desonerações conduzida pelo governo, a carga tributária se
mantém em alta devido aos impostos e contribuições incidentes sobre os
rendimentos do trabalho.
A conclusão é
de um estudo recém-publicado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada, ligado ao Planalto), que calculou uma nova elevação da carga no ano
passado -os dados oficiais ainda não foram divulgados.
SÃO PAULO – Quase 34% da população brasileira não
tem condições de pagar suas dívidas, conforme mostram os dados do IEF (Índice
de Expectativa das Famílias), divulgado nesta quinta-feira (8) pelo Ipea
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Os dados mostraram que apenas 18% dos entrevistados acreditam que terão
condições de honrar os compromissos, enquanto 45,6% responderam que conseguirão
quitar parcialmente em novembro.