FELIZ NATAL PRA TODOS E UM ANO DE 2017 CHEIO DE PAZ, AMOR E MUITA PROSPERIDADE JUNTO AO PAI CELESTRE: NOSSO DEUS TODO PODEROSO!!!

Política I

Duda Macêdo contesta ao vivo informações veiculadas no Programa Rádio Total da Paraguassu FM

O prefeito de São Félix, Duda Macêdo,esteve ontem (26) pela manhã na emissora de rádio Paraguassu FM da cidade de Cachoeira, para rebater informações veiculadas no Programa Rádio Total, dando conta de supostos ataques de um popular contra a sua pessoa e a membros de seu governo durante ato inaugural, na última sexta-feira. O prefeito refutou veementemente a versão levada ao ar através do referido programa. Macêdo prometeu adotar todas as providências legais cabíveis para restabelecer a verdade dos fatos.
Ainda durante a sua fala na emissora, o prefeito disse que o seu governo vem sendo alvo constante de campanhas difamatórias e de boatarias por parte de alguns profissionais da imprensa local. Macêdo aproveitou para agradecer o espaço concedido pelo apresentador do programa Nivaldo Lancaster, a quem elogiou a imparcialidade e profissionalismo. 
O prefeito também falou das ações de seu governo, a exemplo da requalificação da Unidade de Saúde da Família Dona Vivi; da reconstrução da Capela do Cemitério; das obras de pavimentação de ruas de comunidades da zona rural e da requalificação de todas as escolas da rede municipal. Ele também citou a reforma do Arquivo Público Municipal e a inauguração da sala de pesquisa do equipamento, entre outras intervenções.




Oposição e juristas entregam novo pedido de impeachment de Dilma a Eduardo Cunha

Os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr. entregaram, ao lado de deputados da oposição e de líderes de movimentos sociais, um novo pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na última quarta-feira, 21 de outubro.
O novo material inclui as pedaladas fiscais reprovadas por unanimidade pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e os indícios de que a prática criminosa se manteve ao longo do atual exercício fiscal, atrasando os repasses a bancos públicos a fim de cumprir as metas parciais da previsão orçamentária.
Os deputados da oposição disseram que o novo documento entregue a Cunha cita decretos presidenciais assinados por Dilma como prova de que o governo deu sequência à prática.
De acordo com informações do G1, a estratégia de Bicudo (um dos fundadores do PT), Reale Jr. e os parlamentares da oposição é que, com o atual documento, consigam contornar o argumento de Eduardo Cunha de que a legislação vigente estipula que um presidente só pode ser responsabilizado por atos cometidos durante o mandato vigente.
Inicialmente, a oposição e os juristas apresentariam os novos indícios contra Dilma em um aditamento ao pedido de impeachment anterior, mas mudaram de ideia depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu uma liminar suspendendo o trâmite estabelecido por Cunha para eventuais processos de impeachment. Agora, pela decisão do STF, não é permitido aditamentos a pedidos já em tramitação.
Segundo Reale Jr., o novo pedido é uma “reordenação, acrescentando referência à decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que não havia ainda ocorrido”. “Nos pediram para fazer um recorte e cola, e nós, com grande esforço intelectual, fizemos. Não muda nada, os fatos estão aí, os fatos são graves”, disse o jurista.
O que vem a seguir?
Eduardo Cunha, como presidente da Câmara, é incumbido de analisar os pedidos de impeachment e decidir se acata ou rejeita. Em caso positivo, ele deve ordenar a criação de uma comissão especial responsável por elaborar um parecer sobre o pedido, para que este seja votado no plenário da Casa.
O parecer, para resultar no afastamento da presidente, deve ser aprovado por pelo menos dois terços dos 513 deputados, o que representa 342 votos. Se esse número for alcançado, o processo de impeachment é aberto e Dilma é obrigada a se afastar do cargo provisoriamente por 180 dias, período no qual o processo segue para julgamento do Senado, em uma sessão convocada pelo presidente da Casa, mas dirigida pelo presidente do STF.
Caso o presidente do Senado atrase a convocação da sessão de julgamento por mais de 180 dias, Dilma tem autorização para voltar ao cargo, mas o processo de impeachment não é extinto, e permanece aguardando a realização da sessão de julgamento.

Gospel mais

Malafaia responsabiliza Lula e Dilma por crise atual e dispara: “Tá devendo? Tem que pagar”

O pastor Silas Malafaia voltou a responsabilizar a presidente Dilma Rousseff (PT) pela crise que o país atravessa e afirmou que seu antecessor, Lula (PT), tem significativa parcela de responsabilidade no cenário atual.
Para o líder evangélico, é inevitável que aconteça um impeachment, pois a crise política atual é motivada por uma série de crimes cometidos sob a liderança do atual governo.
“Se você der olhadinha na história do Brasil, o Collor por causa de um Fiat Elba deixou de ser presidente da República. E adivinha quem estava lá pedindo a cabeça do Collor? E quem foram os maiores mentores para derrubar o Collor? O PT! Tão reclamando de quê? Pimenta no olho de outro é refresco. Qual a única coisa que provaram naquela bagunça toda? Uma Fiat Elba que ele recebeu. Já viu a lama, a roubalheira, a safadeza que está aí. Como é que pode? Pau que dá em Chico, dá em Francisco. Tem que passar o país a limpo. Quem deve tem que pagar, com base em provas. Ou nós fazemos isso ou que moral vamos deixar para as futuras gerações?”, questionou.
Em entrevista concedida ao site Só Notícias, de Mato Grosso, o pastor afirmou que “estamos pagando preço caro por um populismo exagerado” dos políticos do Partido dos Trabalhadores.
Como exemplo, Malafaia aponta uma medida tomada antes das eleições e que vem sendo responsável por enormes problemas econômicos agora: “Uma renúncia que ela fez da conta de luz para ganhar a eleição foi R$ 40 bilhões. Foi a brincadeira de botar um preço da luz superficial. Hoje estão passando de R$ 100 bilhões [os números do déficit do setor]. Eles [petistas] querem o quê? Tem que pagar a conta! Diminuam os programas sociais, que tem monte de gente mamando em programa sociais, que pega dinheiro e deposita na caderneta de poupança. É a maior compra de votos oficializada da história política do mundo. Eu sei que o Brasil tem uma gama de população carente, na linha da miséria, mas não é essa quantidade toda [apontada pelo governo]. É voto comprado oficialmente”, opinou.
A parcela de responsabilidade do ex-presidente Lula é alta, na visão de Malafaia: “O cabeça disso é Lula. Me engana que eu gosto… Ele nunca sabe de nada? Ele sabe de tudo!”, disse.
“Eu não estou querendo que ninguém pague por aquilo que não fez. Tem prova? Tem que pagar a conta! [Se não houver punição] desmoraliza o Judiciário, o Legislativo, o governo… e como fica a sociedade, com os Três Poderes pilares do equilíbrio da vida de uma nação desmoralizados? Como ficamos? Não estou falando contra uma pessoa, mas das instituições. Estou falando de instituições que representam poder da nação. E se esse poder não dá exemplo, o ser humano vive de exemplo, se não tiver exemplo de quem tá de cima é um efeito cascata na sociedade. Esse é que o perigo. Estamos perto de um caos, mas acredito em mudanças e o Brasil pode dar a volta por cima. Mas a gente não pode brincar. Não deve ter proteção para ninguém. Pastor, padre, político. Tá devendo? Tem que pagar”, acrescentou.

Malafaia enxerga um vácuo na liderança do país e lamenta que não exista alguém que trace um plano para vencer as crises econômica e política: “Uma das coisas mais marcantes em uma nação chama-se liderança. Você não tira uma nação do caos econômico e político sem liderança e carisma. Hoje temos esse problema e é grave. Tá faltando comando. E isso é muito terrível para mudar uma história político e econômica. O Lula pode ter seus defeitos mas tinha uma coisa a favor dele, era líder. E ele conseguia superar. Que Deus tenha misericórdia do Brasil, abençoe você e sua casa. A oração do povo de Deus pode mudar muita coisa”, concluiu.
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Dilma apela a pastor para tentar se aproximar de Eduardo Cunha e barrar impeachment, diz jornal

A presidente Dilma Rousseff (PT) irá contar com a ajuda de um pastor para tentar selar um acordo político com o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, e tentar evitar o processo de impeachment.
O escalado para fazer a mediação do conflito foi o pastor Samuel Ferreira, líder da Assembleia de Deus no Brás, em São Paulo, ligada ao Ministério Madureira, o mesmo que estaria envolvido no repasse de propinas do petrolão.
Ferreira é amigo de longa data de Eduardo Cunha, e como é de domínio público, antigo apoiador de Dilma Rousseff, a quem recebeu no templo da AD Brás durante a campanha eleitoral de 2014.
De acordo com informações da jornalista Mônica Bergamo, colunista da Folha de S. Paulo, Ferreira intermediaria uma negociação para refrear a abertura do processo de impeachment contra Dilma, e em troca, o governo ordenaria que os deputados do PT não estimulassem o processo de cassação do mandato de Cunha, acusado de manter contas na Suíça não declaradas e abastecidas com dinheiro da corrupção na Petrobras.

Brasileiros desonrados
Ao mesmo tempo que Dilma dispõe de tudo à mão para se manter no cargo, a presidente demonstra pouco apreço por quem a levou ao segundo mandato.
Durante um discurso na abertura do 12º Congresso da Central Única dos Trabalhadores (Concut), Dilma afirmou que ninguém no Brasil tem moral para falar de sua conduta, mesmo ficando provado que boa parte da corrupção na Petrobras aconteceu quando ela era ministra de Minas e Energia e presidente do Conselho da empresa, além de comandado o desrespeito á Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) ao longo de 2014.
“A sociedade brasileira conhece os chamados moralistas sem moral. E conhece porque o meu governo e o governo do presidente Lula proporcionaram o mais enfático combate à corrupção de nossa história. Eu insurjo contra o golpismo. Quem tem força moral, reputação ilibada e biografia limpa, para atacar a minha honra? […] Lutarei para defender o mandato que me foi concedido pelo voto”, disse Dilma, segundo informações do Uol.

A presidente acrescentou ainda que está “pronta para travar lutas civilizatórias, como a luta de gênero e a luta contra o racismo e a intolerância”, dando mostras de que está comprometida com o pensamento comunista que muitos líderes cristãos acusam de projetar a destruição da família.
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Dilma vai vetar correção maior de aposentadorias acima do salário mínimo

por MARINA DIAS e VALDO CRUZ
A presidente Dilma Rousseff vai vetar a regra de correção do salário mínimo a todos os beneficiários da Previdência Social e não deve apresentar uma proposta alternativa em relação ao texto aprovado pelo Congresso.
Originalmente, Dilma havia assinado uma medida provisória que mantinha a política de valorização do salário-mínimo até 2019.
O Congresso, no entanto, estendeu a fórmula de cálculo para todos os benefícios previdenciários, inclusive a aposentadoria, superiores ao mínimo, alteração que foi feita contra a vontade do governo por ter um forte impacto sobre as contas públicas.
Segundo a Folha apurou, o governo vai argumentar que os segurados da Previdência que recebem acima do salário mínimo terão o benefício reajustado em 6,23%, equivalente à inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 2014.

Ministros argumentam que o reajuste pelo INPC "está na Constituição" e que, além disso, em meio ao ajuste fiscal, o Palácio do Planalto não pode arcar com nenhum projeto que onere ainda mais os cofres públicos.
O veto integral somado à manutenção do reajuste pelo INPC era a versão que estava sobre a mesa de Dilma no início da tarde desta quarta-feira (29). A presidente tem até a meia-noite para assinar o texto e modificar algum detalhe para a última versão.
Aliados reconhecem que outro veto desgasta ainda mais a relação da presidente com o Congresso, e que o trabalho agora é garantir que o Legislativo não aprove as chamadas "pautas-bomba", que elevam os gastos públicos. Dilma vetou o reajuste do salário dos servidores do Judiciário, também aprovado pelo Senado.
A decisão da presidente será publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (30). O veto presidencial, porém, retorna ao Congresso e pode ser derrubado pelos parlamentares.

Fonte: Folha Online - 29/07/2015


Ex-deputado faz acordo de delação premiada e revelará esquema


O ex-deputado estadual Raimundo Vieira, conhecido como Mundinho da Comase, preso na manhã desta quarta-feira (29/07), prestou depoimento a delegada Danielle Garcia e concordou em colaborar com a investigação feita no Departamento de Crimes Contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap). 

Além dele, outras duas pessoas foram presas no município de Lagarto (SE). Ele está sendo investigado pelo uso irregular de verbas da Assembleia Legislativa em 2014. De acordo com a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), o ex-deputado destinou R$ 439 mil para a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância Antônio Vieira Neto, localizado em Itabaianinha (SE). A instituição era controlada pelo próprio deputado e pela esposa.

De acordo com o advogado de Raimundo, houve um acordo com o Ministério Público do Estado (MPE). Revelando como funciona todo o esquema, ele estará em liberdade até quinta-feira (30/07). A defesa apresentou o diploma dele como formado em nível superior em Gestão Pública para garantir uma cela especial. "Foi iniciado um processo de delação e ela tem que ser efetiva na instrução do processo. Não é só dizer que vai contar, é contar mais coisa sobre o conjunto de pessoas envolvidas nessa organização criminosa. Funciona assim, ele vai ser ouvido, reinquirido, vai apresentar provas e documentos e tudo isso vai ser analisado para comprovar se a narrativa dele de fato ajudou a desvendar o crime", esclarece Henrique Cardoso, promotor do Grupo de Combate a Improbidade Administrativa do MPE.
Jornal de Sergipe

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