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05/09/2014

Enquanto o lixão não é fechado, os catadores participam de reunião e unem-se um ao outro para agilizar o processo da política de recursos hídricos em Laranjeiras.

Desde o dia 2/08, que o lixão em todo país deveria ter fim. O número ainda é muito grande dos municípios que não resolveram ainda o problema e continuam com o lixão funcionando normalmente. A lei federal cria políticas que determinam o fechamento do lixão; é a “Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)”, cujo objetivo é acabar com os lixões e armazenar os resíduos sólidos em aterros sanitários.
Para muitos prefeitos, o maior problema está no investimento para se construir o aterro sanitário e esse deve ser um dos motivos da existência de vários municípios não terem cumprido o prazo, mesmo sabendo da possibilidade de pagarem multas, e até, certo ponto, ficarem inelegíveis até o ano de 2016.
Normalmente, após constituir o aterra sanitário, precisará que as prefeituras façam o monitoramento. Não é somente fazer e pronto. Com o lixão, o município não tem tantas despesas além do transporte de material, mas com o aterro sanitário vai gerar muito mais despesas operacionais, pois irá precisar de trator, compactador, sistema de tratamento, monitoramento entre outros serviços.
O fim do lixão é um assunto que envolve governos, ministérios públicos, catadores e cooperativas.
Em laranjeiras, o assunto vem sendo discutido constantemente. Mais de 10 reuniões já foram realizadas entre indústrias, prefeituras, cooperativas e catadores. Cada um somando esforços em contribuir pelo melhor da cidade.
Recentemente, dia 04/09, a reunião foi no auditório da Secretaria de Turismo, em Laranjeiras com a participação da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Laranjeiras representada por Manuela, Cooperativa de Reciclagem Montes Claro, representada por Augusto, e os catadores do lixão representados por Edmilson. Esses reunidos decidiram unir um ao outro para acelerar todo trâmite necessário de implantação da coleta seletiva. O pessoal do lixão entendeu da necessidade de somar e se associar a cooperativa para avançar nas discussões do consórcio da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Edmilson e mais cinco catadores do lixão estiveram na reunião e concordaram entrar na cooperativa e contribuir para que não somente eles, mas todos catadores possam serem assegurados após com o fechamento do lixão uma vez que seus sustentos são extraídos de lá.
Manuela (secretária de meio ambiente), revela o interesse do Secretário Geral Evaldino Calazans e do Prefeito Juca de Bala em resolver o problema e acelerar ações referentes ao assunto. Ela disse que a prefeitura já tem planos para os catadores e cooperativas como por exemplo, ceder o espaço para o Galpão, transportes e etc. A reunião foi bem interativa e todos entre os 12 que estavam presentes deram suas parcelas de conhecimentos, apoios e incentivos um ao outro para o andamento desse propósito.

Agora o próximo passo entre os catadores tanto do lixão como os de ruas, é o de se filiar na cooperativa que já existe oficialmente e fazer fazer o projeto global, auxiliando nas discussões sobre a política nacional de recursos hídricos entre o governo municipal, empresas privadas e etc.

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